Em Bauru, os policiais civis seguem em greve. Se eles mantiverem o movimento, que reivindica reajuste salarial, amanhã completará um mês que os serviços estão restritos. As delegacias abrem normalmente, mas apenas casos graves, como homicídio e estupro e remoção de cadáveres, são atendidos. No Plantão Policial da cidade, a média de cerca de 40 boletins de ocorrência por dia caiu para menos de cinco. Porém, na Capital, parte dos policiais decidiu suspender a paralisação por 48 horas e retomar as negociações com o governo.
Ontem, representantes de associações de sete categorias profissionais da Polícia Civil reuniram-se com o secretário de Gestão Pública, Sidney Beraldo, para discutir reestruturação e reajuste. Por outro lado, os sindicatos que representam os policiais civis estão irredutíveis na proposta de manter a greve até o governo apresentar formalmente proposta de reajuste e outras melhorias que seja aceita pela categoria.