Cultura

Integrantes ganharam mais qualidade de vida

Lucien Luiz
| Tempo de leitura: 1 min

Além do papel cultural, o Coral Arte Viva também tem sua responsabilidade social. Mas uma responsabilidade que é cumprida dentro da própria casa. Integrantes do grupo, do mais novo ao mais “experiente”, falam da mudança de vida que tiveram depois que começaram a fazer parte da família Arte Viva.

“Mudou minha vida, em tudo. Hoje, pertenço a uma família. Domingo de manhã a gente vem para o ensaio feliz. Eu me achei. Sou muito mais feliz, com certeza”, declara Márcia Roda, 42 anos, que integra o Coral Arte Viva há oito meses.

Ela, que é a “caçula” em tempo de participação no grupo, diz que desde o ano passado, quando viu uma apresentação do coral no Teatro Municipal, despertou seu interesse de fazer parte do grupo. “No recital de aniversário do ano passado eu estava na platéia. Não pude imaginar que, hoje, faria parte dele”, comentou emocionada.

Otoniel Negrão Freire, 57 anos, um dos mais “experientes” do coral, com 17 anos de casa, também ressalta a qualidade de vida que adquiriu depois que passou a fazer parte do grupo.

“Sônia (Berriel) me descobriu quando participei de um coral na Cesp, onde eu trabalhava. Foi quando me convidou para fazer parte do coral. Gosto muito de fazer parte dessa família, faz muito bem para mim”, destacou ele, que participou da turnê do coral à Europa, há mais de dez anos.

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