Para evitar onda de demissões e suspensões, diante da crise financeira internacional, o Ministério do Trabalho argentino determinou que toda medida que afete empregos deve passar antes pela intermediação da pasta ou pelas secretarias provinciais de emprego. O chamado Procedimento Preventivo de Crise visa conter a onda de demissões que ameaça atingir o país, principalmente nos setores de automóveis e construção. A norma estaria vigente desde 1991, mas não vinha sendo aplicada. Na semana passada, a Renault da Argentina dispensou 300 trabalhadores temporários da fábrica de Córdoba. A General Motors havia demitido 435 operários, mas o governo suspendeu a medida e exigiu uma etapa de negociação entre empresa e funcionários.
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