Vamos voltar no tempo. Rua Batista de Carvalho, esquina com a Agenor Meira, Joalheria e Relojoaria Tâmbara. Dezembro de 1947, meu aniversário, ganhei a minha primeira caneta tinteira, uma Parker Júnior, preta (que ainda tenho), que foi devidamente gravada (meu nome) pelo Noris, com um pantógrafo especial (acho que ainda existe).
Lembro da minha Tia Albanina Venchiarutti Bortone, soprano da Orquestra Sinfônica de Bauru, elogiar o músico Noris - o violino, talvez ele tenha sido o último músico vivo da Orquestra. Quem pode responder pela veracidade é o prof. Gabriel Ruiz Pelegrina - nosso historiador.
Como sou parceiro da Ilda em colecionar Corujas, sempre vou até a casa deles para levar o exemplar do mês do Corujando dia e noite”, enviado pela Maria Regina Moura Ribeiro.
Ao contrário de trocar figurinhas, Ilda, seus netos eu nos presenteamos com “corujas”. Trouxe uma de Praga (República Tcheca), quando o Noris ainda estava firme, como nas visitas de taxi que faziam aqui em casa para trazer mais uma coruja...Na última não mais se comunicava... Estava me preparando para levar o Corujando Dia e Noite, quando li a notícia no JC.
Ilda, vou até aí levar o exemplar. Abraços de todos aqui de casa...O Noris descansou !
Muricy Domingues