Internacional

Crescimento chinês pode recuperar a força no segundo semestre de 2009


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Pequim - A economia chinesa provavelmente vai se recuperar após um primeiro semestre de 2009 fraco, depois que os investimentos maciços do governo começarem a fazer efeito, afirma um conhecido economista em comentários publicados ontem.

Economistas esperam que o crescimento da China desacelere para abaixo de 8 por cento na primeira metade do próximo ano, ritmo que o governo tem como meta para criar empregos suficientes e, dessa forma, manter a estabilidade social.

Li Yang, pesquisador da Academia Chinesa de Ciências Sociais, afirmou que conforme o pacote de estímulo do governo de 4 trilhões de iuans (US$ 586 bilhões) revitaliza os investimentos, principal condutor do crescimento econômico, a China será um dos primeiros países a ver o declínio dar meia volta.

Segundo o China Securities Journal, Li não forneceu nenhuma estimativa detalhada. Outras autoridades repetidamente expressaram confiança de que o governo poderá sustentar um crescimento de 8% no ano que vem.

Liu He, uma autoridade sênior do Partido Comunista e vice-diretor do principal grupo central para Relações Financeiras e Econômicas, disse no início deste mês que a China verá sua economia recuperar a força logo no segundo trimestre de 2009.

Natal magro

O impacto da crise financeira na economia mundial será tema da mensagem de Natal da rainha Elizabeth II da Inglaterra neste ano, segundo o site do diário britânico “The Guardian’’. Para a rainha, o Natal deste ano terá um tom mais “sombrio’’ para muitas pessoas, segundo trechos do pronunciamento que ela fará hoje.

“O Natal é uma época de celebração, mas neste ano será mais sombrio para muitas pessoas’’, diz um trecho do pronunciamento de Natal da rainha. “Muitas das coisas que já foram tidas como garantidas de repente parecem menos certas.’’

Em um outro trecho da mensagem, a rainha diz: “As pessoas foram tocadas por eventos que têm suas raízes em lugares distantes. Seja a economia global ou a violência em uma terra longínqua, os efeitos podem ser sentidos de forma aguda em nossa terra’’.

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