Esportes

Retrospecto positivo

Gabriel Pelosi
| Tempo de leitura: 2 min

A primeira formação do GRSA/Bauru não tinha o norte-americano Larry Taylor, hoje a estrela do time. Ainda com o armador Bernardo, o ala Marcel e o pivô Atílio, o jovem time bauruense demorou a engrenar na Supercopa, competição que estreou no dia 29 de fevereiro há menos de um mês do início dos treinamentos.

A primeira vitória do GRSA/Bauru ocorreu no dia 14 de março sobre o Pinheiros por 79 a 73, quando já havia jogado outras seis partidas no campeonato. Com pouca experiência e ainda se entrosando, o time bauruense amargou apenas sete vitórias nas 28 partidas disputadas na Supercopa. No dia 3 de abril, o GRSA/Bauru foi eliminado da Copa Ouro, torneio-relâmpago disputado em São José dos Campos, ao encarar Franca, favorita ao títulos das principais competições.

As coisas começaram a mudar quando a diretoria contratou o ala Ricardo Azevedo e o armador norte-americano Larry Taylor. Com os dois reforços substituindo Marcel e Bernardo, o GRSA/Bauru estreou no Campeonato Paulista no dia 11 de setembro com vitória sobre o Guarujá por 85 a 79. O time bauruense foi conhecer sua primeira derrota em casa somente no dia 13 de novembro, quando Franca veio a Bauru e venceu por 88 a 72. Até esta data foram dez jogos e dez vitórias no ginásio da Luso. O GRSA/Bauru superou equipes como Assis, Rio Claro e Pinheiros.

Com um início de campeonato surpreendente, o time bauruense somou pontos suficientes para se garantir na sétima colocação entre os oito que disputam os playoffs - quartas-de-final. Na melhor de cinco partidas contra a equipe de Franca, o time bauruense deu trabalho para os favoritos. Perdeu o primeiro por 88 a 77, levou o segundo para a prorrogação: 89 a 86 para Franca e venceu o terceiro: 76 a 69. Mas sucumbiu no quarto confronto: 84 a 77. O final de sua participação no Paulista, o time bauruense arrancou elogios dos adversários.

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