Em plena campanha política, o candidato a deputado já não aguentava mais tomar tanto café ruim em cada casa em que entrava em busca de votos; toda as senhoras donas de casa se achavam na obrigação de oferecer um cafezinho para o ilustre. Depois de bem instruído pelo seu marqueteiro político, aprendeu a se sair bem da situação.
- Aceita um cafezinho, excelência?
- Minha senhora, eu me sentiria feliz e honrado em aceitar o seu delicioso café se não fosse o risco de depois de tomar o excelente café feito pela senhora eu não tivesse a obrigação de aceitar todos os cafés tão ruins que não foram feitos pela senhora.
Relatado por Isolina Bresolin Vianna, que ouviu do sogro prof. Carlos Corrêa Vianna, antigo vereador e político bauruense