Atrás do setor automotivo, o segmento de “livros, jornais, revistas e papelaria” obteve a segunda maior alta de vendas, de 7,6% – devido ao aumento da procura por materiais escolares no início do ano, seguido por “móveis e eletrodomésticos” (7,1%). Tiveram desempenho negativo os setores de “equipamentos e material para escritório, informática e comunicação” (queda de 12,5%), “material e construção” (recuo de 2,8%) e “combustíveis e lubrificantes” (de 0,7%).
Na comparação com janeiro do ano passado, apenas um setor teve queda das vendas, o de “tecidos, vestuário e calçados”. Entre as altas, destacaram-se “hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo” e “móveis e eletrodomésticos”.
“O ramo alimentício não está sentindo retração nenhuma, já que comercializam itens que o consumidor não deixa de comprar, mesmo que faça substituições por produtos mais baratos”, comenta Luiz Otaviano Machado, presidente da Associação das Empresas do Calçadão (AEC).
No Brasil, a principal contribuição para o crescimento das vendas no varejo veio do Estado de São Paulo (8,7%), seguido por Rio de Janeiro (7,8%), Minas Gerais (5,0%), Santa Catarina (6,8%) e Paraná (4,8%).