Quanta solidariedade, quanta oferta de ajuda, mas quantos iguais a ele vivem nas ruas, com fome, embriagados, sem teto, sem ninguém, sem nada, sem diploma, mal falando o português? E esses, quem quer ajudar?
Até onde a discriminação aparece! Quem topa ajudar os demais? Mesmo assim, acho louvável o que estão fazendo.
Ângela Vizotto