Regional

Promotor disse ter evitado exposição

Jair Aceituno
| Tempo de leitura: 1 min

Marília - O promotor Gilson de Souza, autor da denúncia contra o diretor do Colégio Cristo Rei acusado de pedofilia, disse ontem que, tanto a polícia quanto o Poder Judiciário, tomaram todo cuidado para evitar a exposição prematura do indiciado. “Fizemos todo um levantamento e o resultado nos dá o convencimento de que ele realmente manipulava e divulgava pedofilia pela Internet. As imagens encontradas no seu computador são de alto potencial pornográfico, completamente incompatíveis com quem dirige uma escola, principalmente de crianças”, afirmou.

Souza explicou que a prisão preventiva, pedida pelo delegado, não foi concedida por uma razão técnica: em crimes como este, sem o contato físico com a vítima, a condenação pode variar de 2 a 6 anos, com direito ao cumprimento de pena alternativa, sem encarceramento.

Se a sentença não prevê a prisão, não há que se falar em estabelecê-la preventivamente.

Nos próximos dias, o juiz da 3.ª Vara Criminal de Marília começará a ouvir testemunhas e o próprio acusado. Novas provas e oitivas também serão feitas em Americana, onde mora a vítima.

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