Política

Quase 70% dependem do SUS

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

Milhares de pessoas das regiões administrativas de Bauru, Franca e Ribeirão Preto dependem exclusivamente do Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com dados divulgados pela Pesquisa de Condições de Vida, realizada em 2006 pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), 67,1% do total de moradores destas regiões não possuem planos de saúde e dependem somente do atendimento da rede pública. Apesar dos problemas, tem quem o elogie. Há, inclusive, quem diga que a concepção do sistema seria avaliada também pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que estuda reformar a saúde no país, especialmente frente à crise financeira.

Certo mesmo é que os novos prefeitos do Estado de São Paulo vão priorizar saúde e educação em seus mandatos. A crise mundial, todavia, já contaminou as agendas de governo e os novos chefes do Executivo tratam o desenvolvimento econômico como principal desafio a ser enfrentado no quadriênio 2009-12. É o que revela minuciosa pesquisa feita pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Administração Municipal (Cepam ), ligado à Fundação Faria Lima, divulgada pelo JC.

A expansão da rede física ainda é a meta mais comum entre os prefeitos: 31,3% deles afirmam pretender construir e reformar hospitais, enquanto 27,9% consideram preponderantemente a melhoria na qualidade do atendimento e 22,2% falam em investir em postos de saúde.

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Justiça

Depois de ir ao Judiciário para garantir vagas de internação em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), o promotor de Cidadania e Patrimônio Público, Fernando Masseli Helene, voltou à Justiça na tentativa de dar fim à fila para atendimento em várias especialidades por meio de consultas médicas.

Conforme ação civil protocolada na 2ª Vara da Fazenda Pública de Bauru, o governo do Estado teria de garantir consultas aos pacientes no âmbito da Direção Regional de Saúde (DRS-6). No entanto, houve recurso e a ação está tramitando.

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