Quando se imagina que a política começa a ser revista, eis que eles ressurgem, Sarney, Renan, Barbalho e outros menos votados. Como diz Sarney, o problema não é dele, não tem nada a ver com ele se sua sobrinha recebeu dinheiro público sem trabalhar e foi nomeada por decreto secreto e ilegal.
Respeitem minha biografia, brada o “heróico” ex-presidente, o pior entre todos da história recente, que, embora dominando o Maranhão por 35 anos, manteve o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Estado entre os piores do mundo, comparável a Bolívia e Paraguai. Na eleição, necessitou se abrigar no Amapá, pois seu próprio povo que o conhece o rejeitou. Cenas lamentáveis de conluio entre os petistas no poder e a banda podre do PMDB representada por Sarney e Renan, levaram o Senado ao caos que vive hoje, onde cada senador custa R$ 35 milhões por ano, ou seja, 1.700 veículos populares ou até mil casas populares. Ou ainda , durante os oito anos de mandato, o suficiente para construir 8 mil casas e beneficiar 40 mil pessoas ou comprar 8 mil ambulâncias ou ainda 10 mil veículos de polícia.
Por essas e outras, nas próximas eleições, não votarei não só nesses jurássicos, mas também em seus partidos (base do governo) e em nenhum senador, mesmo da oposição, hoje no Congresso, que concorda tacitamente com esta bandalheira, se omitindo.
Márcio M. Carvalho