A contratação do profissional no jornalismo tem que ser analisada caso a caso, pois conheço muitos jornalistas que aprenderam na faculdade algumas disciplinas superficialmente e não com profundidade, pois isso se aprende com a prática, na profissão, na vida, com hábitos de anos e anos de leitura. Sou bacharel em Direito e leio muito sobre diversos assuntos e principalmente sobre esportes (desde os 10 anos) e música (11 anos), além de ótimo conhecimento na língua portuguesa. Vejo nos jornais erros grotescos, de português, de preguiça de pesquisar discografia de artistas, nomes de antigos jogadores, etc...
A análise numa contratação não se baseia apenas na superficialidade de uma faculdade, de poucas técnicas e sim num todo. O Brasil precisa rever muitas leis, em muitas áreas como Direito, Educação Física, Medicina, Letras e o MEC precisa parar de aprovar cursos relâmpagos, de quinta categoria, de 2 anos, 3 anos, apenas para parecer que todos tem acesso a educação, mas não ao próprio conhecimento e ter o mínimo de competência para as atuações em qualquer campo profissional. Eu me formei vendo colegas escreverem passeata com cê cedilha e estão aí, advogando....
Guto Guedes - bacharel em direito, poeta, cantor, intérprete, escritor, compositor e agora e sempre jornalista, graças ao bom senso do STF