Principais funções do Senado Federal: processar e julgar o presidente e o vice-presidente da República, ministros de Estado e os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica, os ministros do Supremo Tribunal Federal, membros do Conselho Nacional de Justiça e Conselho Nacional do Ministério Público, procurador-geral da República e o advogado-geral da União nos crimes de responsabilidade. Aprovar magistrados, ministros do Tribunal de Contas da União, governador de territórios, presidente e diretores do Banco Central, procurador-geral da República e outros cargos mais. Autorizar as operações externas de natureza financeira, de interesse da União, Estados, Distrito Federal, territórios e municípios. Retificar e/ou ratificar as decisões da Câmara de deputados federais.
Os senadores e deputados no Brasil recebem mais do que o dobro dos de países mais desenvolvidos e são, como pudemos ver acima, aqueles que decidem ou indicam e aprovam quem vai decidir o futuro da Nação, mas só utilizam o cargo para beneficio próprio, nomear parentes e negociatas escusas, e, após todas as bravatas, escândalos, processos, atos secretos, tudo para inglês ver, pois certamente já terminou em pizza. Quando o Sarney (nem seu nome é de família) diz que hoje acontece com ele e amanhã poderá ser com qualquer um dos outros, faz com que a oposição se cale, e quem cala consente. É colocar a raposa tomando conta do galinheiro!
A OAB nacional está recomendando a renúncia coletiva dos membros do Senado, e eu, particularmente, espero que possamos um dia ter esta casa de horrores fechada, com suas janelas gradeadas e com todos seus integrantes pelo lado de dentro e a chave atirada fora.
Nosso presidente itinerante, que até hoje só fez de bom não mexer com a política econômica que já vinha sendo praticada, o que manteve o Brasil no rumo, cercou-se de homens como um Marco Aurélio, idealizador e instrutor dos guerrilheiros cubanos e consultor das Farcs (www.transparencia.org.br), da candidata Dilma Rousseff, guerrilheira, assaltante de bancos e outros predicados mais (currículo invejável para uma futura presidente), de um Franklin Martins, guerrilheiro, indivíduo importante no seqüestro do embaixador dos EUA na década de 70, Berzoini, Zé Dirceu (cabeças dos movimentos badernistas esquerdistas da década de 70) etc.
Em todas as ocasiões de crise que envolveu os países da América do Sul, aconselhado por esses seus pares, sempre foi pego com as calças na mão (como se diz em linguagem popular), tendo baixado a cabeça em sinal de fraqueza e não defendido a Soberania Nacional, e coloca o Aerolula à disposição desta camarilha para trazê-los e levá-los para seus redutos. Cito como exemplos os casos do gás da Bolívia, o apoio ao Hugo Chávez para se perpetuar no poder (isto sim é ditadura), o caso Itaipu com o pai da nação paraguaia Lugo, e outras barbaridades mais.
Já passou da hora de começarmos a moralizar a política no Brasil, e esta reforma tem que começar pela atitude de cada um de nós.
Omar Fayad