Se nós estivéssemos acostumados a essa eficiência, mas para nós tupiniquins isso é simplesmente utopia. Um amigo que trabalha comigo estacionou regularmente e com dois cartões, pois iria ficar mais de uma hora e assim mesmo foi multado. Pois fui informado que não deveria colocar mais de um cartão pelos agentes “azuizinhos”. O que presenciei não havia sensibilidade, cordialidade e muito menos diálogo. Houve sim bate-boca, coisa que o “agente”, por mais certo, não deveria responder, posicionamento que recebi da própria Emdurb, e que poderia sim colocar mais que um cartão. Gostaria de saber qual o critério, a seleção, a orientação, que recebem para estar apto para o trabalho.
Ou são quase todos sanguíneos ou receberam um treinamento muito agressivo. Eles vestiram a camisa da Emdurb, dá a impressão de ser uma empresa privada, que são os próprios patrões. Fazem o trabalho com afinco, seguem a risca a regra como se fosse britânica, não deixam passar um minutinho do cartão, tolerância zero. De certa forma, com a crise instalada temos que preservar nosso emprego, os que têm... Mas não podem confundir com abuso de autoridade. Portam-se como acima da lei. Estão indo além, façam o necessário. Podem e devem fazer um bom trabalho, com mais diálogo, orientação, para o bem da coletividade. São inexperientes, imaturos e truculentos.
Quando o agente retruca, os mais exaltados partem para a ignorância, chegando às vias de fato. E é o que se houve quando isso ocorre “era o que eu gostaria de fazer”. Há um plano de se criar a guarda municipal, imagine uma guarda municipal armada, o cuidado que se tem que tomar. A seleção tem que ser rigorosa um bom trabalho psicológico, investigativo, psicotécnico e, o mais importante, vocacional. Não se podem aprovar pessoas que não tenham vocação para tratar diretamente com o povo. Muitos ingressam em concursos pelos salários atraentes ou por não conseguirem outra colocação.
Os agentes do ‘GOT’, “azuizinhos”, precisam passar por uma reciclagem o mais rápido possível.
André Luiz Bueno