Tendo em vista as informações publicadas pelo Jornal da Cidade de Bauru, em sua edição de domingo, 30 de agosto, referentes à gestão do Hospital Estadual de Bauru (HEB), sob responsabilidade da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar (Famesp), seguem alguns esclarecimentos feitos pelo professor Pasqual Barretti, presidente da Fundação. 1- A fundação considera estranho que um assunto já debatido em matéria veiculada ano passado, sobre a qual o presidente da Famesp foi ouvido por telefone, seja novamente pauta de reportagem, sem que novos fatos tenham sido concretamente mencionados. 2- Causa estranheza, também, que em nenhum momento foi solicitada à Famesp qualquer informação oficial ou documento que eventualmente pudessem ser usados para esclarecer os fatos. 3- Enquanto presidente da Famesp, coloquei-me à disposição para debater o assunto e prestar esclarecimentos, porém isso não ocorreu. 4- Reitero que a participação da fundação na gestão dos convênios firmados entre a Unesp e a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, como é o caso do Hospital Estadual de Bauru (HEB), é puramente de natureza administrativa e financeira, não cabendo à Famesp gerir a assistência médica prestada pelo hospital - condição esta que já foi explicada anteriormente à reportagem do Jornal da Cidade de Bauru. 5- Todas as contas referentes ao convênio do Hospital Estadual de Bauru foram aprovadas pelas instâncias competentes, no caso o Tribunal de Contas do Estado de São Paulo. 6- A Famesp considera a possibilidade de haver mal entendido nas informações veiculadas pelo jornal e, antes que novas declarações sejam publicadas, coloco-me à disposição para o esclarecimento de qualquer fato de competência da instituição. Atenciosamente.
Pasqual Barretti - professor-doutor e presidente da Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar - Famesp)
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Nota da editoria - De fato, o Jornal da Cidade já abordou o assunto e foi justamente a falta de resolução do problema que levou o JC a voltar ao tema. A reportagem fez vários contatos com a assessoria de imprensa do Hospital Estadual. As respostas, por desejo do hospital, foram concentradas e enviadas pela Secretaria do Estado da Saúde. A secretaria foi procurada porque a ela foi atribuída a gestão da assistência médica prestada pelo hospital. Em nenhum momento, a matéria informou ter havido erros nas contas do HE.