Tribuna do Leitor

Doação de órgãos


| Tempo de leitura: 1 min

Tempos atrás, meu filho (na época muito jovem) me disse que não gostaria que seus órgãos fossem doados quando morresse. Antes de dizer que aceitava a opinião dele, eu disse que ele deveria pensar que, a pessoa pode não querer doar seus órgãos, porém não sabe se virá a ser um receptor: amanhã ou depois, essa pessoa que não é doadora, pode precisar de um transplante de rim, coração, córnea e etc. Quem não é doador não deve (ou merece) ser receptor. Passados alguns dias, ele voltou ao assunto e mudou de idéia. Esse devia ser o raciocínio de quem diz que não quer doar. A doação não pode ser feita pensando no que vai ganhar depois. Ela deve ser feita pra fazer o bem sem recompensa, mas não custa raciocinar dessa maneira. Já o futuro a Deus pertence e não se sabe em que posição estaremos nesse futuro. Doação, de qualquer maneira, é muito melhor para quem a faz do que pra quem a recebe.

Luciana Tito de Souza

Comentários

Comentários