Todos acompanhamos a recente “negociação” entre a Caixa Econômica Federal (CEF) e a Prefeitura de Bauru (representada pelo nosso alcaide Rodrigo Agostinho), com a transferência das contas da prefeitura e dos seus funcionários (diga-se de passagem sem ouvi-los) do Banco do Brasil para aquela instituição (diga-se de passagem também federal e do mesmo acionista majoritário: povo brasileiro). Pois bem, gostaria de verem respondidas as seguintes indagações:
1) Será que o alcaide sabia, na ocasião, que logo em seguida a bomba da Cohab estouraria em suas mãos?
2) Não teria feito o alcaide melhor negociação se o débito lhe fosse participado naquela ocasião?
3) Houve deslealdade por parte da CEF ou omissão propositadamente?
4) Não seria possível, ampliando-se o prazo dado naquela ocasião, “matar de vez” a famigerada dívida?
Não aceitarei evasivas do tipo: uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa, etc e tal... Caso as respostas não sejam convincentes de ambos os lados, resta-me à seguinte dedução: a Caixa Econômica Federal deu com uma mão e vai tirar com as duas!
Ivan de Freitas