Para o engenheiro agrônomo da Cati e consultor técnico em cafeicultura Edson Gil Oliveira a maior dificuldade do produtor de café é a falta de informação. “É importante ter eventos como esse para atualizar as informações dos cafeicultores. Eles têm dificuldades em receber informações corretas e atuais de como trabalhar a lavoura de café.
“Essa é uma oportunidade que ele tem de receber as informações. A falta de conhecimento de novos procedimentos faz com que o produtor repita ações usadas há mais de 30 anos, portanto ultrapassadas.”
Dentre essas ações, o engenheiro ressalta o uso de insumos e defensivos. “Os mais modernos são usados de maneira diferente. Atualmente há mais recursos para análises de solo, de cálculo etc. Dá para fazer uma aplicação mais racional do que antigamente.”
Oliveira explica que como o preço do café está muito baixo, o produtor precisa produzir melhor, com qualidade e redução de custo. “O preço do café está muito baixo. A tendência é o produtor trabalhar economizando um pouco. Nós vamos abordar técnicas que permitam trabalhar na lavoura do café sem quebrar a produtividade com redução de custos e qualidade.”
Para o engenheiro, é de suma importância que o cafeicultor alcance a eficiência máxima no uso dos insumos. “Como fazer para ter o maior rendimento possível com os insumos, adubos e defensivos. Quais os procedimentos que podem ser adotados sem o uso de maquinário que podem favorecer a qualidade da bebida? Essas e outras perguntas poderão ser respondidas na palestra que vou fazer no evento.”