Em São Francisco de Sales (MG), no dia 16 de outubro de 1957, um lavrador arava à noite a terra. Tinha 23 anos. Desceu do céu uma esfera luminosa que aterrissou bem na frente do trator. Assustado, ele tentou fugir. Cinco humanóides, de uns 1,50m de altura, roupas coladas ao corpo, iguais a de mergulhadores, com capacetes de respiração, agarraram-no pelos braços e pelas pernas. Comunicavam-se através de uivos. Levaram-no para dentro do objeto. Foi despido. Lavaram seu corpo com líquido claro, grosso, inodoro. Sentiu náuseas, vomitou. Foi imobilizado, numa maca. Retiraram sangue de seu queixo como amostra.
Os seres saíram da sala. Uma humanóide nua, uns 1,40m de altura, entrou e sorriu para ele. Retirou as amarras dele. Cabelos do tom escuro para o branco, não muito abundantes, repartidos ao meio. Olhos oblíquos, alongados, azuis. Sem sobrancelhas, sem pestanas. Orelhas pequenas. Nariz reto. Boca do tamanho normal. Lábios muito finos. Maçãs do rosto salientes. Queixo fino, pontiagudo. Pesava uns 35 quilos. Com o olhar o induziu ao ato sexual. No fim, apontou para a barriga e para o céu. Os seres o levaram para fora. O objeto subiu, rumo ao zênite. Dias depois ufólogos levaram o lavrador de Minas Gerais para o Rio de Janeiro.
O doutor Olavo T. Fontes (médico, professor de faculdade de medicina e renomado ufólogo) procedeu a exames clínicos e laboratoriais no lavrador. Seu corpo tinha quantidade de radiação suficiente para provocar insônia, cansaço, perda de apetite, ardência nos olhos, com lacrimejamento constante. Manchas amareladas pelo corpo. Pequenos nódulos, doloridos se apertados, quando então saía uma serosidade amarelada. De seu queixo, de onde foi retirado o sangue de Antônio Villas Boas, apareceram manchas hipocrômicas. Após 20 dias os sintomas apontados desapareceram completamente. Ele viveu então uma vida normal.
Gilberto Sidney Vieira