Tomo a extrema liberdade de utilizar o artigo de 11/12/09, no JC-Bauru, em Opinião, do pastor Gilson Souto Maior Jr., pastor sênior da Igreja Batista do Estoril. “Não me chamem de “católico”, pois esse termo deve implicar numa atitude baseada no Evangelho de Cristo”.
O “católico” sempre foi tido como aquela pessoa com liberdade para tudo, mas desse extenso “tudo” menciono apenas a “omissão”, esse grande mal da atualidade, maior ainda que a própria corrupção – que deu origem ao artigo -, pois aquele que está “em cima do muro” já está do lado do mal. Parabéns, pastor Gilson. Você é iluminado pelo Espírito Santo.
Domingos Dias Sorze - advogado - Pederneiras