Os donos de propriedades próximas ao patrimônio de Rio Verde reclamam das condições de tráfego da estrada rural que leva até o bairro de Aparecida. A dificuldade aumentou com a temporada de chuvas, que esse ano promete ser mais intensa, conforme as últimas previsões meteorológicas.
Uma moradora de Rio Verde comenta que o transporte de gado está complicado na estradinha. O ponto crítico da estrada fica logo após a saída do Patrimônio, um vilarejo.
Wilmar Berton, morador há 12 anos do Patrimônio, conta que, há cerca de 15 dias, equipes da Prefeitura de Bauru jogaram pedras no lugar. A dona de uma chácara, que não quis se identificar, comentou que carros de passeio e utilitários estão transitando, porém, caminhões encontram muita dificuldade.
“Fui lá essa semana mas nem me atrevi a passar”, acrescenta Wilmar. Em sua opinião, faltou complementar o serviço com a passagem de uma máquina para assentar o cascalho. A preocupação do morador é que o serviço seja perdido.
A passagem de veículos joga as pedras para a lateral da estrada. Já se formou um trilho de terra que, com as chuvas, dificulta a passagem dos carros. Wilmar também comenta que os caminhos para Reginópolis e Barra Grande não estão muito melhores.
O Patrimônio de Rio Verde é um vilarejo acolhedor, mas carece de cuidados pelo Poder Público. O mato tomou conta da Praça Sebastião Lemos de Almeida, ao lado da Igreja de São Sebastião. O matagal praticamente engoliu a placa atestando a inauguração da praça há 19 anos - 19 de janeiro de 1991.