Muito tem se falado positivamente, negativamente e gloriosamente sobre o assunto de ser evangélico ou ser cristão. O fato é que ambos são títulos de sobremodo inferiores ao que se refere realmente seguir a Jesus e seus ensinamentos.Ao invés de ficarmos discutindo neste importante espaço do Jornal da Cidade o que é ou o que não é ser cristão ou evangélico, que tal sairmos do comodismo em que se encontram as igrejas que se dizem cristãs, que hoje em dia só estão pregando a teoria da prosperidade, só se fala em bênçãos, em carros, em casas e que Deus vai te dar isso ou aquilo... Claro, Deus é poderoso para todas as coisas, mas a Bíblia diz: “De que adianta o homem ganhar o mundo todo e perder sua salvação”?
Muito tempo se passou e as coisas estão a cada dia piorando. O que mais me espanta é ver pastores com um imenso conhecimento bíblico comparado ao meu, que é minúsculo, se entristecendo e perdendo o prazer de servir a Cristo. Ei, acordem, o pior ainda está por vir. O que nos conforta é saber que possuímos a presença de Jesus, e como se já não bastasse, também do consolador Espírito Santo. E é isso que deve ser nosso combustível para encarar este mundo que, no caso, a palavra de Deus nos relata: “O mundo jaz no maligno!” E outra coisa que pouco se ouve ser pregada nos cultos: o diabo existe, o inferno existe, temos é que ser mais claros quanto aos dois únicos caminhos existentes após a morte (isso na crença cristã, creia quem crê): ou o céu ou o inferno. Que venhamos a alertar a humanidade sobre o único caminho que é Jesus e parar com hipocrisia de tadinho, olha só como está este mundo!
Que tristeza, pobre de mim e tal... Venhamos a ser realistas e pregar a respeito de outra coisa que pouco se fala nas igrejas que é a iminente volta do Senhor Jesus! Queridos e respeitosos pastores, vos pergunto: estão vossas senhorias alertando as ovelhas de vossos apriscos que Jesus está voltando ou apenas pregando essa tristeza aí? Aliás, será que os senhores se esquecem que para que ocorra a volta de Jesus todas essas coisas haveriam de acontecer?
Juliano Augusto Pinto