Finalmente, depois de tantos anos vituperando e permitindo o vitupério de neófitos do “projeto viaduto”, cuja certidão de nascimento, pela delonga do tempo, vai amarelando e criando condições para que a conveniência de um eventual “abastardamento” propicie a adoção e nova paternidade, coisa bem adequada aos estelionatários que mandam e desmandam na província subserviente, nada como ao observador atento - e eles se multiplicam cada vez mais “no pedaço” e seu poder de crítica é de tal forma um fenômeno inexorável - o óbvio intuitivo dos espertos, fizeram ver que o uivar lamentoso deixou de vociferar quando chegaram a conclusão de que apenas uma das alças a ser concluída do viaduto inacabado irá desafogar o fluxo de veículos na região central da cidade, principalmente as avenidas Rodrigues Alves e Pedro de Toledo, melhorando substancialmente a qualidade de vida do sofrido povo dos bairros existentes com economia de tempo entre o ir e voltar da labuta.
Agora, com o eventual desencalhe dos óbices existentes - de ordem operacional - o viaduto inacabado terá parte retomada ao propósito do seu projeto original, e finalmente também comprovar a inutilidade daqueles que assentaram nos últimos anos o rabiosque na cadeira número 1 das Cerejeiras. Nada fizeram ou não tiveram peito para fazer o projeto andar. Agora vai! Os cães continuarão a ladrar, mas seus arreganhos já não intimidam mais. Irão botar seus rabinhos entre as pernas imitando os covardes e lamentosamente olhar a caravana da prosperidade - que há muito tarda na província passar airosamente.
Nicanor Amaro Silva Neto