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MST e advogado negam depredações


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O MST nega a depredação na fazenda Santo Henrique. Acusa a Polícia Civil de criminalizar os movimentos sociais. A justificativa para a invasão à propriedade é a de que a Cutrale ocupa uma área irregularmente, pertencente ao governo federal. O Incra confirma que reivindica o imóvel na Justiça. A Cutrale afirma que tem como provar a posse do imóvel.

O advogado dos integrantes do MST Jorge Moura disse que aguarda a abertura da ação penal, após o juiz aceitar a denúncia do MP, para que os acusados possam se defender na Justiça. Ele nega que os fertilizantes encontrados com integrantes do sem-terra são da Cutrale. “Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão no dia os sem-terra não tinham nota fiscal, mas vamos apresentar para provar a inocência”, declarou.

Moura disse que a mesma subjetividade do inquérito policial ao acusar os possíveis líderes do MST também consta na denúncia do Ministério Público. “Não há nenhuma denúncia objetiva de que viu alguém do movimento depredando a fazenda”, declarou o advogado.

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