Frequência na cama - Divórcio aumenta o apetite
Pesquisa realizada pela Internet no Reino Unido indica que os divorciados fazem mais sexo do que os casados ou solteiros. O levantamento, feito com mais de 1.800 pessoas a pedido do jornal “The Sunday Telegraph”, apontou que 68% dos divorciados têm relações sexuais de seis a 20 vezes por mês - uma proporção maior do que entre os casados (44%), solteiros (38%) ou casais que vivem junto (43%). A pesquisa indica ainda que 11% dos divorciados têm mais de 21 relações ao mês - quase o dobro dos casados, que fazem sexo, em média, nove vezes ao mês.
• Apetite sexual
“Gostaria de saber o que pode ser feito para diminuir o desejo sexual do meu marido. Ele tem 68 anos e continua como se tivesse 20, só dorme depois que se satisfaz. O problema é que eu estou com 64 anos e, desde que entrei na menopausa, perdi o interesse pelo sexo. O que devo fazer?” (M.I.)
Nascemos com um potencial para a atividade sexual que pode ser estimulado ou inibido pela sociedade, família e religião. A menopausa pode comprometer o desejo sexual pela alteração nos hormônios. Inúmeros medicamentos podem ajudar a mulher, porém de nada servem se o casal não procura uma intimidade que permita um entendimento melhor sobre o desejo de ambos. Lembre-se que, aos 68 anos, seu marido pode estar reagindo de forma compulsiva contra o envelhecimento que aflige a todos. Dessa forma, uma conversa franca e um sexo mais alegre, que não obrigue necessariamente a penetração, devem ser encarados como uma excelente opção. Uma consulta com um sexólogo é indicada.
Pergunta respondida por Amaury Mendes Junior, sexólogo (www.amaurysexologo.com.br)
• Impotência
“Tenho 34 anos e sou casado há 13. Há três anos faço uso quase que diário de remédios para ereção. Já notei que, se não uso o remédio, não consigo manter a ereção durante a penetração. O que eu devo fazer?” (V.L.)
Você deverá buscar ajuda terapêutica porque, pelo que você relatou, a utilização do remédio para ajudar na ereção começou como uma “bengala de segurança” e acabou se tornando um vício. Sugiro que você procure um sexólogo para poder retirar o remédio aos poucos. Acredite, você pode ter relações sem a medicação.
Pergunta respondida por Arnaldo Risman, sexólogo (www.risman.psc.br)