Guerra - disputa armada entre povos por motivos territoriais, econômicos e ideológicos. Estes, que por sua vez, disseminados por líderes com retóricas eloqüentes, provocam na sociedade a coragem e a esperança. Presentes nos impérios como o Alexandrino, na ditadura Hitleriana e nos atuais modelos de Estado. Não podemos deixar de lado, é claro, o ideal quixotesco rotulado em Barack
Obama. Fazem, por exemplo, parte desses sonhos, a reconstrução econômica e a reconquista da política da boa vizinhança americana. Contudo, sabemos que esses discursos só serão possíveis através de filhos, pais e esposos que sairão de suas casas em busca da liberdade, paz e sem dúvida, do bem comum nacional. Na guerra é assim.
Ao mesmo tempo em que se concretizam os desejos e confortam a ganância desmedida de diversas nações, outras por consequência, passam a ouvir a voz do silêncio e da opressão. De fantasias a possíveis realidades, que valia terão aos mortos, aos órfãos e viúvos que assim como na música, “ao seu país não voltará, pois está morto no Vietnã”?
Lucas Siqueira Santana