A respeito da matéria veiculada pelo JC sobre o “jeitinho” para se estacionar em vagas exclusivas para idosos e deficientes, junto com outra matéria veiculada pela rede Globo sobre a mesma falta de educação e de respeito, fico indignado todas as vezes que vou a um banco na Pça Portugal e, pasmem , sujeitos param de motocicletas na vaga (única, por sinal) para deficientes físicos e sempre quando entro no respectivo banco minha curiosidade é sempre a de encontrar este deficiente que anda de moto, pois darei ele a sugestão de se apresentar no Fantástico (não que deficientes não andem de moto , mas aquela não era adaptada). Mas nunca o encontro. Como se estacionar uma moto fosse tão difícil, não? Sem contar os carros sem o selo de deficientes que no mesmo local param. E qual a desculpa? A de sempre, caros leitores, apesar de todos meus defeitos e falhas, se tem algo que posso me gabar em dizer é que não faço a petulância e falta de caráter de estacionar em uma vaga dessas.
Idosos e deficientes já têm tantas dificuldades e um dos poucos auxílios que estes possuem são tirados por conta de pressa ou as demais esdrúxulas desculpas? Ou será que um deficiente ou um aposentado somente por conta de suas dificuldades também não podem ter pressa? Saibam vocês, que têm esse horrível hábito de falta de cidadania, que o tempo passa e sua idade poderá alcançar os 60 anos ou quem sabe por um infortúnio da vida poderás conhecer a difícil tarefa de precisar de uma cadeira de rodas... Pense... e a sua pressa?
Juliano Augusto Pinto