Nacional

Júri do caso Isabella pode ser adiado

Folhapress
| Tempo de leitura: 1 min

São Paulo - Uma testemunha convocada pela defesa do casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá - acusados de matar Isabella Nardoni, 5 anos, filha de Alexandre - não tinha sido localizada até o início da tarde de ontem, o que pode provocar o adiamento do julgamento marcado para começar na próxima segunda-feira.

Segundo informações do Tribunal de Justiça de São Paulo, o pedreiro Gabriel Santos Neto, 46 anos, funcionário da obra localizada aos fundos do edifício London, onde o crime ocorreu, ainda não foi localizado embora tenha sido convocado como testemunha da defesa do casal.

Ainda de acordo com o TJ, a ausência da testemunha pode provocar o adiamento do julgamento. Apesar disso, nenhum pedido para adiar o júri devido à ausência da testemunha havia sido feito ao tribunal até as 12h30 de ontem.

A previsão é que o júri - comandado pelo juiz Maurício Fossen - dure cinco dias. Ao todo, 24 testemunhas serão ouvidas durante o julgamento, que ocorrerá no Fórum de Santana, na zona norte de São Paulo. Destas, quatro são testemunhas de acusação e 20 são as convocadas pela defesa do casal, segundo a assessoria do tribunal.

O promotor de Justiça Francisco Cembranelli, do Ministério Público de São Paulo, será o responsável pela acusação. Na ocasião da denúncia, em 2008, Cembranelli apontou como provas contra o casal laudos periciais e versões de testemunhas - durante as investigações, mais de 60 pessoas foram ouvidas. No ano passado, o promotor disse não ter dúvidas da condenação do casal.

Já a defesa será comandada pelo advogado Roberto Podval, que assumiu o caso em abril do ano passado.

Comentários

Comentários