Hoje resido no fim do Estado, apesar de ser duartinense, mas que bom que ainda temos pessoas que servem de exemplos para netos e tantos quanto como foi Osvaldo Azenha. Não o conheci, mas Azenha não me é estranho. As nossas condolências à família deste ilustre bauruense e que ele continue sendo perpetuado para sempre, afinal, foi uma “Homem”.
Valter João Rizzi, Dracena