Rio - O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse que cortes nos gastos públicos “são bem-vindos” como medida adicional para o controle da inflação no país, minutos antes de o anúncio ter sido feito pelo Ministério da Fazenda.
Representantes de bancos privados também elogiaram os cortes por entenderem que a medida alivia o papel do BC na tarefa de conter os preços por meio do aumento de taxa de juros.
“O pacote é extremamente saudável. É positivo o governo demonstrar a intenção de melhorar o gasto público”, disse o presidente do HSBC no Brasil, Conrado Engel.
Já o economista-chefe do Santander, Alexandre Schwartsman, classificou-a, “em tese”, como insuficiente.