Fiquei feliz com a contratação de trabalhadores pelo milionário setor sucroalcooleiro, um dos mais ricos da economia brasileira. Mas será que não dava para dar um bar de botinas, um protetor de “cangote”, uma camisa de manda longa e um chapéu, para o trabalhador? O custo disso está embutido no preço do álcool combustível e do açúcar em saquinho que compramos nas vendas...
João Carlos Rafael