Há alguns anos atrás a GM americana tinha um prejuízo com o roubo de peças e ferramentas em sua montadora. Dez mil dólares eram desviados, por mês, de sua empresa. O assunto preocupava e foi decidido contratar uma empresa de vigilância que possuía a melhor tecnologia no setor.
Na reunião de diretoria o projeto foi apresentado, com todos os detalhes, e reduzia a zero os roubos, ao custo de 50 mil dólares mensais. Todos os executivos aprovaram a proposta. O presidente da empresa pediu a palavra e disse: por uma questão de economia é melhor deixar roubar, porque fica mais barato.
Qualquer semelhança com a criação da Guarda Municipal é mera coincidência? Não! Li no JC que “os municípios poderão constituir guardas destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações. Só isso? Como no caso da GM, não será mais barato deixar roubar?
Cirso Mendes Silveira