Política

Ação para combate a queimadas urbanas pode ser comprometida


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O programa em desenvolvimento pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma) de combate a queimadas urbanas deve perder força na aplicação. De acordo com Varcirlei da Silva, a Polícia Militar (PM) foi chamada para se integrar ao projeto com a missão de registrar in loco os autores das ocorrências de queimadas urbanas em Bauru.

Esta ação é fundamental para a formação de banco de dados de infratores e dos endereços mais visados para a ocorrência de queimadas. Mas a PM, que informou no início da ação que se integraria ao projeto, alegou dificuldades para atuar.

Assim, o secretário disse que a PM atuará na parte educativa do projeto, mas reconhece que o ideal seria a participação da corporação no cumprimento da ação preventiva de registro das ocorrências. A intenção da campanha era aproveitar denúncias in loco, na hora das ocorrências de queimadas, por munícipes. Mas, para tanto, as bases operacionais da PM têm de se engajar no deslocamento rápido das queimadas para realizar a identificação do autor.

A maior fragilidade no combate às queimadas está no fato de que os infratores não são alcançados. As ações de multar os proprietários de terrenos e de atacar o incêndio estão encaminhadas com os órgãos competentes. “Ainda vamos insistir na parceria com a PM e procurar outros parceiros. Com a PM gerando a qualificação dos autores no local, na hora de fazer o cadastro fica mais fácil, pela confiança e respeito que a corporação tem”, avalia.

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