A família Ribeiro, um dos pioneiros a adquirir um túmulo no Cemitério da Saudade, passou por constrangimento muito grande e indignação com as novas normas feitas pela nova administração. Normas essas que não são do conhecimento popular.
Milton Ribeiro, após o falecimento da sua esposa, dona Iracema Colombo Ribeiro, foi providenciar o velório e sepultamento do corpo. Na Emdurb, não recebem. Eles mandar pagar no Banco do Brasil. Depois, você volta na Emdurb, que fornece outro comprovante para levar ao cemitério para abrir o túmulo, taxa essa de R$ 150,00.
Se você não está com uma condução, não dá, porque bancos e cemitérios têm seus horários. A Emdurb apresenta mais uma taxa para ele pagar de R$ 150,00, porque a esposa não é sua parente, não tem o seu sangue.
Olhem o tamanho abuso das pessoas naquela hora. Não poder sepultar seu ente querido no próprio túmulo sem pagar a referida taxa. E só o que está faltando para Bauru ficar mais emporcalhada. Prefeito Agostinho, o que é isso? Estamos descontentes com seu governo, que está cada vez pior.
Qual é a taxa que vão inventar para enganar o povo? É melhor munícipes deixarem o corpo no IML para que a prefeitura faça o sepultamento. Nós não aguentamos mais tantas falcatruas. Não se pode sepultar um amigo que, às vezes, naquela hora a família não está em condições no nosso túmulo porque a Emdurb não quer!? Até quando? O túmulo está pago no nome de um responsável pela família e ninguém tem nada com isso. Sepultamos no que é nosso por direito quantos forem preciso e acabou.O túmulo é meu e eu enterro quem eu quiser!
Nelly Rachel de Souza