Presidente Prudente - No Interior do Estado de São Paulo, a baixa umidade do ar continuou presente ontem. Em Presidente Prudente (a 284 km de Bauru), no meio da tarde, o índice era de apenas 8%, bastante semelhante ao dos desertos mais secos do mundo, como o do Atacama, no Chile.
Enquanto isso, na Capital paulista, a 604 km de Presidente Prudente, a umidade relativa do ar teve ontem um aumento significativo em relação a anteontem. Por volta das 14h, a umidade estava em aproximadamente 65% - anteontem, no mesmo horário, o índice era de 25%, segundo o Inpe. Mas, após a pequena trégua dada pelo clima seco na Capital paulista, por causa de uma frente fria que passava pelo Atlântico, a umidade deve voltar a baixar hoje.
Nas cidades de Americana e Paulínia, ambas próximas a Campinas (a 93 km da Capital), o clima estava ruim devido à poluição por ozônio.
A Cetesb, agência ambiental paulista, decretou estado de atenção nos dois locais anteontem à tarde. A qualidade do ar recebeu a classificação de “má”.
A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) é de que a umidade relativa do ar volte a ficar em níveis inferiores a 30% em alguns pontos da cidade. Na quarta-feira, a situação piora ainda mais. Os índices deverão variar entre 15% e 20%.
A estimativa do instituto é que o clima seco na cidade vai continuar até, pelo menos, a próxima sexta-feira. No Interior, a situação também não muda e a umidade seguirá baixa. Com a volta da queda da umidade, a poluição do ar também poderá subir.