Eu votei. Com distanciamento afetivo de ideologias, de vontade própria e com consciência. Lamento apenas o fato de os candidatos à Presidência terem conseguido contornar questões como resolver o inchaço da máquina estatal que, como declara a imprensa, “cada ano exige parcelas maiores da riqueza nacional” (Revista Veja). Fiquei sem saber o que farão efetivamente contra a corrupção e a favor da eficiência em todos os níveis das gestões políticas.
Por fim, confirmaram subliminarmente que o brasileiro é um analfabeto funcional quando omitiram como agirão para tirar dele essa tributação de primeiro mundo e sua contrapartida (retorno em serviços) de terceiro mundo. Engana-se quem supõe que tais coisas não alcançam nosso emprego e nossa família. Tomara que o vencedor encontre tempo em sua agenda para agir onde ficamos sem respostas precisas.
Plinio Lopes Junior - contabilista