Há uns 20 dias levei meu pai até o Pronto-Socorro, pois ele estava muito mal. Infelizmente, havia umas 50 pessoas aguardando, como nós, e eu precisei “invadir” a sala do médico porque meu pai ia morrer até chegar a vez dele. Não é o cúmulo do absurdo? Somos tratados como um objeto qualquer e tem um aviso enorme de que se desacatar o funcionário público pode ser preso. Mas e quando eles nos tratam mal, não acontece nada?! (Giselle de Aro)
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