Professor é uma profissão árdua, mas ao mesmo tempo gratificante, porque é um Dom de Deus. A Tribuna do Leitor do JC de 13/12/10, com o título “Servidores e Fundeb”, dá a entender que o objetivo é denegrir a imagem dos servidores da educação, no caso professores. Mesmo não acreditando em pessoas que odeiam os educadores, mas em quem manipula para determinado fim, tenho certeza que é difícil denegrir uma classe trabalhadora, que após anos de luta tem seu valor reconhecido. Quem conhece não ignora, mas é de bom senso esclarecer: - Que o município de Bauru, na área educacional, conta com as EMEIs, EMEIIs e EMEFs (Escolas Municipais de Educação Infantil, Educação Infantil Integral e Fundamental), juntas formam a Educação Básica; - que para se chegar ao “cargo” de professor somente através de concurso público, com exigência de escolaridade em nível superior;
- Que o trabalho desse profissional de ensino nestas escolas exige que ele seja pedagogo e tenha conhecimento de psicologia, entre outros, pois no momento em que a mãe, o pai ou o responsável deixa a criança nas mãos do professor na porta da escola, este passa a ser o “porto seguro” dessa criança (desnecessário esclarecer porque). O sr. prefeito e a sra. secretária da Educação Municipal conhecem bem a importânciam da Educação Básica, tanto que investem em construções de novas escolas e reforma das atuais, como também em inúmeros cursos específicos para professores.
Os professores têm carga horária definida, mas constantemente observo minhas filhas executando trabalhos em casa, em finais de semana ou no período noturno, tudo isso para facilitar na educação e aprendizado de seus alunos, tendo as crianças retribuído com amor a carinho, como presenciei em diversas oportunidades. Discordando com colocações referentes aos professores na Tribuna do Leitor de 13/12/10 do JC, amplamente respondidas com base na Lei 11.494, nas edições do JC de 14, 15 e 16/12/10, agradeço a publicação. (Ismael Fernandes, ex- professor e pai de professoras)