Tribuna do Leitor

Tribuna do Leitor - 08/12/2011


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Avenida Lúcio Luciano

Triste notícia para usuários da avenida Lúcio Luciano o fato de não ser prioridade do governo municipal a conclusão de obras, como a duplicação da citada via.

Não é possível concordar com o argumento sobre fluxo de veículo para justificar o não investimento e empenho daqueles que em várias campanhas eleitorais sinalizaram com melhorias para a qualidade de vida e segurança da comunidade. O que foi feito até a presente data na região é o mínimo necessário para a dignidade da população e não é nenhum favor político.

Há vários anos ouvimos falar de reuniões, convênios, tratados, termos, acordos, planos... Porém, mais uma vez fica evidente que as intervenções sobre a avenida não foram e quiçá serão prioridade para os governos em virtude da região em questão não ser alvo de planejamento visando instalação de grandes empreendimentos comerciais ou loteamentos privados, do contrário, a mesma seria mais um cartão postal da cidade. Contudo é fato que a avenida, em toda sua extensão, serve a muitos contribuintes e eleitores mesmo com a impressão negativa que há muito causa a quem necessita utilizar ou chega a Bauru no trecho que interliga a rodovia SP225. Vontade política nestes casos seria benéfica.

Wellington Coelho de Aquino


Inversão de prioridade

Reportagem do Jornal da Cidade dá como certo que o prefeito Rodrigo Agostinho vai gastar dinheiro neste ano na construção de uma alça do viaduto da avenida Duque de Caxias com a avenida Nações Unidas, cuja construção existe há 35 anos. O prefeito explica que a obra é necessária para facilitar o trânsito no local. Não é a realidade. Atualmente, o caminho utilizado pelos motoristas em nada atrapalha o trânsito. Existem obras mais prioritárias na cidade e a necessidade de gastar dinheiro naquele local não é tão premente.

Entre gastar dinheiro com uma obra não prioritária no momento e investir em obras sociais, como galerias de águas pluviais, rede de esgoto, iluminação e asfalto, em bairros da periferia, como o Santa Ed-wirges, ou terminar uma alça do complexo viário do viaduto inacabado, obra que desafogará o caótico trânsito do centro da ci-dade, são alternativas que terão efeitos mais positivos para a população de Bauru.

Pedro Romualdo de Oliveira

Poupatempo esclarece

Com relação à reclamação feita pelo sr. Denis Marques de Souza, publicada na coluna Tribuna do Leitor de ontem, a Superintendência do Poupatempo esclarece que assim que o caixa eletrônico passou a apresentar problemas, todas as providências foram tomadas junto à Caixa Econômica Federal para a substituição do equipamento. O Poupatempo pede desculpas pelos transtornos causados ao cidadão e informa que hoje (ontem) os técnicos da Caixa Econômica Federal instalaram o novo equipamento, que já está em funcionamento no Poupatempo Bauru.

Assessoria de Comunicação do Programa Poupatempo


Getúlio Vargas

É muito interessante a preocupação da Emdurb em dar maior fluidez às vias de tráfego intenso de Bauru. No sentido de contribuir com essa idéia, gostaria aqui de fazer uma pergunta: por que a avenida Duque de Caxias não recebe este mesmo tipo de inciativa, ou seja, de ser mais fluída? Trafego todos os dias por ela (praticamente de ponta a ponta) e é incrível como essa avenida é "travada". Isso acontece principalmente por causa da falta de coordenação dos semáfaros que obrigam os motoristas a pararem muito frequentemente.

Como todos nós sabemos, as avenidas são consebidas para escoarem o fluxo de veículos mais rapidamente. Por que então não dar uma fluidez maior a essa avenida, uma vez que a inicitiva de coordenadar os semáforos já foi implatada em ruas do centro como a 15 de Novembro e 1.º de Agosto? Tal atitude contribuiria até para a redução da poluição do ar, uma vez que menos combustível seria consumido pelos veículos. Fica aqui a pergunta: por que os semáforos da avenida Duque de Caxias ainda não são coordenados? Será que a engenheira da Emdurb Michelle Romão de Camargo Tamarozzi poderia nos responder? Muito obrigado.

Bruno Biazon

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