Tribuna do Leitor

Tribuna do Leitor 13/01/2011


| Tempo de leitura: 18 min
Absurdo!!! Na minha opinião, é um absurdo o atendimento lá no Pronto-Socorro Central. Eu já vivi esta experiência de perto, levei meu tio com fortes dores no peito e passando muito mal. A médica que atendeu era cardiologista e na avaliação ela disse que ele estava era muito ansioso. Receitou um diazepan e o liberou para casa. Eu que não sou médica percebi que era um infarto. Resumindo, entrei correndo e gritando na sala de emergência com o meu tio já desfalecendo. O levaram correndo para uma angioplastia de urgência... Se eu estivesse ido embora, ele morreria no caminho. Ana Cláudia Oliveira
Abandono!!! Caros responsáveis, visto que não conseguimos definir a quem pertence estes terrenos, dizem agora que são da Cohab, sito a rua Cabo PM José Riberio Ferreira, quadra um em todos sua extensão, quadra esta atrás de minha residência (rua Nelson Bonachela Gimenes, quadra quatro - Cep: 17064-290, Alto Alegre). Existe pessoa doente em minha residência e nas casas vizinhas. Fomos invadidos por ratazanas de mais de 30 centímetros em nossas casas. Peço que encaminhe às autoridades, pois já cansei de reclamar, sem solução. Espero contar com a ajuda de vocês. Paulo James Alvim
SÓ O "CRACK" É CRAQUE? Mesmo com as grandiosas apreensões das drogas diversas, dos grandes carregamentos, justamente isto, estes montantes apreendidos denotam ser o mínimo de tudo o que circula no país todo. A guerra ao tráfico é mostrada a todo mundo em certo ponto de todo o Rio de Janeiro. A qual ocorrida tardiamente mostrou a necessidade do combate em milhares de pontos em todo Brasil. A panacéia e todo cenário desta "guerra ao tráfico" apenas aconteceu pela ousadia e provocação dos "manos", e também pela antevisão da Copa de 2014, resultando numa união de forças e de inteligência de nossas autoridades, que até então isto era difícil e impossível de acontecer, tais junções e unificações. Por isso ainda convivemos com o absurdo, que tem dominado e destruído os nossos jovens, apesar de tantas entidades sociais, religiosas, estatais, enfim, uma gama estrutural afim, mas por que apenas o "crack" está sendo craque? Carlos Roberto dos SantosCIDADE SEM RUMO...
É Bauru. Que não tem projeto, sabemos. Mas não tem também administrador. Como pode o ocupante da prefeitura anunciar a construção de uma alça em viaduto da Duque de Caxias, coisa que não é prioritária, quando há outras prioridades? Por falar em viaduto, e o viaduto não terminado? Esse sim prioritário, ligando bairro com bairro. A cidade tem mais de 200 mil veículos, não tem nenhum projeto viário. Somente instalar semáforo não resolve. O viaduto inacabado, pelo que se sabe, foi concebido como parte de um projeto viário, articulado com a avenida Nuno de Assis. Entregue à própria sorte, a cidade segue sem rumo. Thiago Augusto Pinheiro
Convite ao prefeito
Gostaria de deixar aqui com muito respeito um convite para que o sr. Rodrigo Agostinho, nosso querido prefeito, venha nos fazer uma visita na rua Sebastião Aleixo da Silva, quadra 8, para ver uma obra que foi realizada, acredito eu irregular, e está prejudicando dezenove residencias. Quando chove, a enxurrada desce levando tudo o que encontra, nosso asfalto já foi, já está quase impossível passar de carro. Por favor, prefeito Rodrigo Agostinho: se der, venha junto com secretário de Obras, dê uma olhada por nós desde já fico muito grata. Sonia Pollini
FERROVIA FORA DO CENTRO!
Concordo plenamente com que a arquiteta Andreia Almeida Ortolani escreveu no dia 11/01/2011, nesta Tribina do Leitor. Sou gamado na ferrovia desde pequeno, tanto que mais tarde fui trabalhar em uma delas com muito orgulho - na ex-Companhia Paulista de Estrada de Ferro. Sou feliz e por que não orgulhoso também por morar na minha querida Bauru,que já foi o maior entroncamento rodo-ferroviário da América Latina. Sendo ela uma ferrovia voltada para o bem econômico e social para as cidades por onde ela passava, deixando um rastro de progresso como fez com nossa Bauru. Transportando pequenas expedições, como mudanças, gado, frangos, etc e também o principal alvo, que eram os passageiros. E as cidades prosperaram e a ferrovia passava garbosamente no meio das cidades, o apito do trem marcava a correção dos relógios do povo. As estações ficavam cheias de gente só para ver o trem passar. Porém, analisando os fatos, vejo que hoje os nossos queridos governos estadual e federal acabaram com tudo isso arrendando a malha ferroviária. Sobre a ferrovia, seus mandatários que só pensam em lucros altíssimos e não mais no social, em cargas somente diretas como soja, trigo, gasolina. O povo e as cidades ficaram em segundo plano. A manutenção , que era periódica, passou para um "terceiro" plano, acontecendo vários absurdos descarrilamentos em linha reta. Assim sendo, nada mais justo nós brigarmos também para a retirada da ferrovia do centro da nossa cidade, colocando-a para passar fora do perímetro urbano. Poderíamos ter uma avenida, que se iniciasse no Núcleo Otavio Rasi e terminasse no Núcleo Edson Francisco da Silva usando o leito da antiga ferrovia Paulista. Já imaginaram uma avenida passando atrás do Jardim América vindo até o centro de Bauru usando o leito da antiga Sorocabana. Já imaginaram O prolongamento da avenida Rodrigues Alves até a Vila Dutra, usando o leito da antiga Noroeste do Brasil? Quantas casas poderiam ser construídas para o povo mais humilde no pátio de Triagem Paulista (atrás do Jardim Guadalajara)? Entre a Bela Vista e a Vila Falcão poderiam construir um belo condomínio ou um ponto de lazer. Em ambos casos estaríamos tirando um monte de ferro velho, que infelizmente está apodrecendo e servindo de esconderijo para marginais. Que dor no coração saber da triste realidade (pois sou ferroviário de coração), mas temos de unir forças aos nossos edis, deputados e o nosso querido prefeito, para que possam realmente fazer como em Araçatuba, Lins e Curitiba fizeram: não acabaram com a ferrovia, apenas deram um espaço fora da cidade. Os terminais de produtos inflamáveis em Bauru, como gasolina e álcool, ficariam mais bem protegidos e a cidade também. Certo que tudo isto eu não verei, mas faço voto que as próximas gerações vejam um novo Bauru. Elcio José Machado
POSTO DE SAÚDE M. DOTA (CAOS) Venho através desta tornar público o caos em que se encontra o posto de saúde do Mary Dota. Na microrregião zona leste, que abrange nove bairros em seu entorno, com uma população de aproximadamente 40.000 pessoas, ou seja, maior que muitos municípios da região administrativa de Bauru, ou do Estado, hoje se encontra no total abandono por parte de nossas autoridades públicas. Desde o mês de outubro do ano de 2010, os médicos, os funcionários da enfermagem e os do serviço social foram sendo remanejados, transferidos e lotados para outros setores da administração municipal, entretanto, sem o devido planejamento. Tudo isto sem a mínima preocupação por parte dos administradores da saúde pública, com a dignidade de nossa situação. Perdemos serviço social, sete médicos clínicos, farmacêutica e horário, pois se o atendimento era até as 22h, passou a ser feito apenas até as 19h. Com isso, quem faz "AE", acompanhamento de pressão arterial e glicemia e quem busca medicamentos à noite, devido ao horário de trabalho durante o dia, hoje já não pode contar nem com este atendimento. Perdemos entre os médicos: dr. Carloto e dr. Erlon, que para nós eram médicos muito humanos, atenciosos e prestativos. O conselho gestor lutou, tentou de todas as formas, inclusive com abaixo-assinado e reunião com o senhor secretário da saúde, dr. Fernando Monti, e o que resolveu? Nada! Quem toma medicação controlada já não tem os remédios nem o médico para emitir a receita. Diante desta situação, pessoas que passam por certas dificuldades na saúde, chegam ao posto e, frustradas com tal descaso por vezes acabam ofendendo os poucos funcionários que ali se encontram, mesmo sabendo que eles não têm qualquer responsabilidade por tal situação. A população precisa urgentemente de uma solução, pois a saúde vai mal e não pode esperar pela boa vontade do sr. secretário. Maria Leal Gomes - Conselho Gestor
Shopping responde
Caro editor. Valendo-se do compromisso assumido com a população de oferecer um ambiente seguro, saudável e propício ao lazer e entretenimento dos bauruenses e visitantes que se dirigem ao Bauru Shopping, oferecendo-lhes um local aprazível e frequentado em sua grande parte por famílias, solicitamos respeitosamente dentro dos protocolos da respeitabilidade e convivência salutar entre imprensa e instituições fazer chegar ao seu grande número de leitores e assinantes o que consideramos a única verdade a respeito dos fatos tratados na publicação de 11/1/2011, sob o título "ADOLESCENTES E O SHOPPING", assinado pela leitora Simone de Oliveira Gonçalves. Inicialmente, afirmamos que não há a menor possibilidade de menores estarem consumindo bebidas alcoólicas na praça de alimentação do Bauru Shopping, pois nossos lojistas, sabedores da ilegalidade desta prática, jamais praticariam tal venda. Além disso, a segurança do Bauru Shopping, amplamente treinada e de eficiência reconhecida pelos milhares de frequentadores que passam todos os dias pelo Shopping, é atenta e intervém em quaisquer atos que estejam fora dos padrões legais e morais e que venham a ocorrer dentro do empreendimento. Outro fato narrado, de que havia adolescentes bebendo na portaria do Shopping, também não ocorreu, tendo em vista que o Shopping mantém uma constante vigilância no referido local, através de pessoal treinado e de um moderno sistema de câmeras. No dia e hora mencionados na carta, devido a uma forte chuva que ocorria, o local estava com muitas pessoas, que ali procuravam se proteger, mas tudo de forma ordeira, normal e dentro dos princípios legais e de boa convivência. Lamentamos, também, as críticas feitas a Polícia Militar, que exerce um trabalho excepcional em nossa cidade e que jamais ficaria inerte a qualquer ato ilícito ou que representasse qualquer risco à população. Somos totalmente favoráveis à livre manifestação da sociedade, porém não poderíamos nos furtar a esclarecer a verdade sobre os fatos. Principalmente quando estamos falando do maior shopping de Bauru, com mais de 20 anos de existência, pioneiro na cidade e em toda a região, que emprega e faz parte da vida de milhares de pessoas. Atenciosamente. Bauru Shopping
PROTESTO CONTRA A CPFL
A alguns meses de maneira árbitraria a CPFL proibiu o pagamento de conta nas lotéricas argumentando que seriam colocados vários pontos de atendimento na cidade, melhorando o atendimento do consumidor,mas não é o que vem acontecendo,simplismente temos que ficar rodando a cidade procurando lugar para pagar a conta e quando acha são filas interminvéis na calçada em baixo de sol e chuva,sem nenhum respeito ao consumidor. Me pergunto cadê os orgãos de defesa do consumidor, OAB, Procon e Ministério Público que não tomam nenhuma providência,estamos abandonados a própria sorte e sem segurança, pois estes locais precários não são capazes de nós defender de um assalto,já estamos na escuridão e se não pagarmos a conta então???... Angela Martins
Falta de respeito
Agradecendo ao espaço deste grande jornal, gostaria de dizer que estou insatisfeita com a prestação de serviço da coleta de lixo da Emdurb, pois são constantes os atrasos na coleta, lixo fica dias jogado a céu aberto e causando mau cheiro, pois toda semana é a mesma coisa. E a Emdurb só sabe dar desculpas que o caminhão quebrou, que não tem previsão pra coleta e já não chega quando tem feriado prolongado, quando o lixo fica dias jogados pela rua. Onde vai o dinheiro que pagamos dos impostos? Será que não tem ninguém pra solucionar este caos? Toda semana temos que ficar ligando pra saber quando o lixo vai passar e a desculpa é sempre a mesma. A Emdurb, com tantos gerentes e chefes, não tem ninguém que possa resolver esta situação, pois caminhão quebrado a gente até concorda que quebra, mas caminhão que não se consegue consertar aí é incompetência de alguém. Já passou da hora de a Emdurb tomar alguma providência, pois a questão do lixo é de saúde pública e não podemos esquecer que a população paga seus impostos pra ter garantida a limpeza da cidade e não pra ter uma empresa cheias de cargos de confiança que não resolvem os problemas da sociedade. Obrigada a esta tribuna por este espaço e espero que alguém (presidente) possa resolver esta situação que tanto incomoda a sociedade. Obrigada. Márcia G. Frota - bauruense
Quem pegar, é dele!
Esta carta é, primeiramente, para elogiar a matéria de Lígia Ligabue intitulada "Governo ignora construções irregulares", publicada neste jornal em 7/1/2011, que tratava de construções que infligiam as normas da Secretaria de Planejamento e não sofreram fiscalização e, consequentemente, punição. Em segundo lugar para acrescentar que esse problema não é exclusivo da gestão atual e que existem problemas graves que passaram pelas vistas grossas de vários governos anteriores. Um caso particular, que será usado como exemplo, é a situação da Alameda Flor de Maio, no Parque Vista Alegre. Trata-se de um logradouro em declive (relativamente íngreme), piso de paralelepípedos e sem saída. Ocorre que em seu lado ímpar, alguns metros antes da sua metade, a rua sofre uma inclinação para dentro, causando o afunilamento da via e deixando seu final demasiadamente estreito. As construções irregulares têm, seguramente, mais de três décadas e, por algumas vezes ao longo desse período, os moradores do lado par solicitaram a regularização junto à prefeitura, mas até hoje nenhuma providência foi tomada, nenhuma posição foi dada e a situação do local permanece a mesma. Muito mais do que o desrespeito em fazer valer suas normas a prefeitura mergulhou na própria morosidade. O que fazer depois de tanto tempo? Mas se nem ao lidar com assuntos de seu interesse o nosso governo detém um nível de organização mínimo, como esperar que se tenha consideração com os moradores que têm suas vidas prejudicadas pela irregularidade? De que importa se a maioria dos moradores do local é composta de idosos e que eles sejam obrigados a fazer várias e cansativas manobras ou chamar os vizinho para tirarem seus veículos do caminho para poder tirar seus carros da garagem? Para que pensar na possibilidade de algum cidadão precisar de atendimento médico e uma ambulância não conseguir chegar na porta de sua casa? De que adianta ter atitudes corretas se muitas pessoas se apoderam e ocupam áreas indevidas, prejudicando o município e a comunidade? Infelizmente, na nossa política de vistas grossas e empurrões com a barriga é necessário que ocorram problemas graves para que providências sejam tomadas. E algumas vezes, mesmo ocorrendo problemas, nada acontece. É inadmissível que pessoas se apoderem, dolosamente, de partes de terrenos que não as pertence. Pouco a pouco, como se fossemos nômades, Bauru vai se tornando uma terra de "uso-capião", e os cidadão corretos se tornam meros coadjuvantes dessa sociedade de perene injustiça e desorganização. Otávio Augusto Amaral de Calmon Borges - professor e servidor público municipal)
EU PROPONHO... SOLUÇÃO PARA A SAÚDE DO BRASIL Após receber um telefonema de uma moça, fui até uma entidade filantrópica e lá avistei um casal, já de idade, muito gentil, que para lá se dirigira levando o almoço de Natal àquelas pessoas. Fiquei encantado. Começei a pensar com os meus botões - pertenço à chamada Comunidade dos Evangélicos e me considero um cristão e me fiz uma pergunta: o que temos feito neste país? Alguns diriam: temos pregado o Evangelho. Será? O que temos visto é a disputa na construção de templos, líderes religiosos comprando jatinhos a milhares de dólares, gastos de milhares de reais com eventos que mais promovem os confe-rencistas, outros líderes de Igrejas menores e locais comprando chácaras, etc. É a gastança do dinheiro da viúva pobre naquilo que a Bíblia em nenhum momento sugere que o mesmo seja gasto. O investimento em missões é quase nulo. Considero estes dias piores do que os dias em que Jesus exerceu o seu Ministério e procurava ficar longe dos religiosos da época, a quem chamava de fariseus hipócritas. Muitas das denominações outrora sérias estão sendo invadidas por verdadeiros usurpadores, gente sem escrúpulos, que não mede esforços e se utiliza de qualquer método para colocar para fora pastores de Deus, gente que jamais utilizaria as mesmas armas utilizadas por estes crápulas, que ao se apossarem das igrejas, construídas com o suor de Irmãos, mudam seu Estatuto para se tornarem donos. Gostam de exercer a primazia (vejam III Epistola João). Este pessoal ainda acha que tem um lugarzinho no céu, mas se eles forem para o céu eu prefiro ir para o inferno, pois não desejo conviver com estes crápulas aqui e nem em lugar nenhum. Bom, o que quero dizer com tudo isto é que temos em uma grande parte das instituições religiosas, não todas, pois Deus tem conservado denominações livres dessa escória de gente, um enorme contigente de arrecadadores de dinheiro. Eu os chamo de "tosquiadores de ovelhas", pois não podem jamais, à luz da Bíblia, serem chamados de pastores, bispos ou qualquer outro nome permitido por Deus. Essa gente utiliza-se da maior parte de seus cultos para falar de dinheiro e arrecadam muito. Muito bem. Eu pergunto: para onde vai o dízimo daquilo que é arrecadado? A passagem do Bom Samaritano nunca foi tão viva como nos dias de hoje, pois a minha "comunidade evangélica cristã não tem obras. Cadê as creches, as casas de recuperação, as casas de sopa, as casas para recolher moradores de rua, casas para habitação de viúvas, enfim, não vejo os milhões de reais serem aplicados nestas coisas. Então, proponho uma Lei que faça com que toda entidade religiosa (igrejas) pague 10% de imposto para ser aplicado na saúde do Brasil, que é uma calamidade, utilizando isenção para as pequenas igrejas, aquelas que arrecadam somente para sua sobrevivência. Como cristãos, continuamos fazendo como o Levirta e o religioso, passamos de fininho e fazemos de conta que o problema não é nosso. Enxergamos samaritanos agindo todos os dias e achamos que nós, os cristãos, estamos salvos e os samaritanos perdidos. Assim pensavam os doutores religiosos da época de Jesus, mas Jesus disse a Ele para fazer o mesmo que o samaritano tinha feito. A saúde do Brasil está igual ao homem salvo pelo samaritano, jogada à beira da estrada, ferida, machucada, caída e abandonada. Esta é a situação da maioria esmagadora de brasileiros diante a necessidade da saúde pública e o que os cristãos propõem? Proponho um plebiscito a respeito. Hélio Amaro Dias FilhoDa próxima vez, vou ligar pro 102!
Eram 22h. Minha filha abre o portão para que sua amiga vá embora e fecha assustada e me chamando, pois havia um cãozinho Pit Bull solto na minha calçada. Um vizinho esqueceu o portão da garagem aberto e aquele cão entrava e saía e, literalmente, se tornou o dono da rua. Liguei na hora para o 190 e o policial me disse que não era assunto deles, falou que eu tinha que ligar ao 193, o que fiz. O bombeiro então me disse: isso é caso de polícia, chama a polícia e aproveita para fazer um boletim de ocorrência. Meu Deus, o que fazer? Liguei mais uma vez ao 190, aí outra atendente me disse para ligar ao Centro de Controle de Zoonozes... Às 22h30? Fiquei sem saber o que fazer. Como eu iria lá no vizinho tocar o interfone se o cachorro estava ali, dominando a calçada toda? Agora uma pergunta: se aquele cãozinho atacasse algum pedestre, ferisse ou até matasse, pois já se conhecem tantos casos assim, aí teria trabalho pra todo mundo né? Os bombeiros correriam lá com o Resgate, os policiais também, para fazer um BO, o CCZ ia ver se o cão era vacinado, olha quanta gente iria trabalhar... Onde está o preparo do 190? Do 193? É melhor esses atendentes fazerem um cursinho de reciclagem, afinal, tudo foi resolvido quando peguei o telefone direto da Base Centro da PM, liguei, o policial encaminhou uma viatura às 22h55, que deu 3 "sirenadas" defronte a residência do cão e o proprietário recolheu o cachorro e fechou o portão. Paulo Rodokas
MOCA, DE AGUDOS
(MOACIR REMOLI)
Amigo irmão! Desculpem-me os que dizem que o tempo acomoda a dor e fica a saudade, mas afirmo que a ausência doi eternamente. Deus levou o psassarinho mais feliz e serelepe que havia nesta terra, e o mestre dos mestres o chamou porque queria alguém daqui que era solícito a todos num piscar de olhos, tinha pressa em fazer o melhor a toda pessoa que vivia ao seu redor e era exageradamente ansioso em fazer o bem a Deus e aos seus semelhantes. Moca, não foi você que escolheu alçar um voo tão rápido, foi Deus que o quis perto Dele; esse passarinho, para dar um toque a mais de bondade, alegria, solidariedade e doação total no céu. Fique bem, continue a olhar por nós, fato este extremamente visível a mim e nossas companheiras das belas viagens pelo Brasil. Claire Nunes e suas companheiras de Macatuba
Cadê a Vigilância Sanitária?
Venho por meio desta carta apoiar a leitora Ana Maria Lellis Krupelis. Eu e minha família somos consumidores assíduos de pastel, principalmente da feira, se pudesse comeria todos os dias. Gosto do vinagrete, porém já notei há muito tempo que os consumidores não têm educação nem higiene ao consumir este acompanhamento. Ao redor dessas pessoas fica tudo sujo, mesa, balcão, chão, caldo escorrendo pelos braços, adultos e crianças levando as colheres a boca. Uma nojeira! Proibi minha família de comer isso! Então passei a pedir para levar, mas descobri que era uma cortesia da casa, o que acho que é errado, pois os pasteleiros têm um custo alto para manter essa cortesia (compra dos legumes, lavar, higienizar, picar, embalar e armazenar; tudo isso tem custo, né?). Pensando em tudo isso, vou dar minha sugestão: proibir o vinagrete, pedir à Vigilância Sanitária intensificar as fiscalizações a fim de coibir esse acompanhamento. Outra sugestão, mas essa para os consumidores: levem seus pastéis para casa e façam seu vinagrete com o seu tempero, tenho certeza que ficará muito melhor! Obrigada. Alanis Lacerda Miranda

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