Neste último fim de semana (19 e 20/02), a empreiteira responsável pela reforma do Banco do Brasil no Jd. Estoril (antiga Prodesp) resolveu usar a britadeira desde as 8 da manhã sem se importar com os vizinhos, já que o prédio fica numa área residencial. Solicitado junto ao encarregado para que fizesse este tipo de serviço durante a semana, a resposta foi: "Tenho prazo a cumprir, não posso fazer nada".
Uma resposta adequada para quem não se importa com o descanso alheio e que passa por cima dos direitos de todos ao redor em detrenimento do cumprimento de metas.
O Banco do Brasil deveria selecionar melhor quem lhe presta serviços e zelar pelo bem-estar de toda a comunidade. Além do barulho, o pó que invade as residências é um absurdo. Não tem como deixar as janelas abertas, e essa obra já dura meses. Procurei alguém da prefeitura para reclamar, mas aos finais de semana é impossível achar um responsável pelo setor.
Reclamei à Polícia Militar, que fica de mãos atadas pela lei absurda (entre centenas de leis absurdas) que protegem o infrator, deixando desprotegidos aqueles que têm apenas deveres de pagar seus impostos, mas não direitos garantidos de proteção contra ações como essa do Banco do Brasil e sua inacabável obra.
Escrevo agora, às 18h55 da segunda feira, e tenho de fundo o mesmo maldito som da britadeira que ainda não parou. Quando será criada uma lei que obrigue a Prefeitura Municipal a ter um órgão competente e operante para acabar com sofrimento dos cidadãos desta cidade?
Eduardo Cimmino