Polícia

Comerciantes pagam vigia particular

Mariana Cerigatto
| Tempo de leitura: 1 min

Comerciantes que trabalham nas imediações da Praça das Cerejeiras, onde fica o prédio da Prefeitura Municipal, reclamam do vandalismo e criminalidade praticados no local. Defronte à praça fica a Escola Estadual Professor Ernesto Monte.

O comerciante Élio Ferrari, proprietário de uma antiga sorveteria próxima à praça, reclama dos assaltos consecutivos. "De novembro do ano passado até agora, sofri dois roubos e os bandidos estavam armados", conta. Por conta da alta criminalidade, ele precisou contratar seguranças para proteger seu negócio.

O mesmo fez Maria Lopes Mesquita, dona de uma mercearia em frente à praça. "Temos que pagar para combater o vandalismo, furtos e roubos", lamentou.

"Eu pintei a fachada do estabelecimento e, no dia seguinte, já estava toda pichada", disse a comerciante, que afirmou ainda ter sido assaltada pelo menos cinco vezes no ano passado.

Os comerciantes reclamam ainda da situação da Praça das Cerejeiras. "Há muitos usuários de drogas que frequentam a praça", concordam.

Todavia, o tenente Vitor Melo, da Base Sul da PM, que responde pela região, e o prefeito Rodrigo Agostinho rebatem os comentários, argumentando que a praça não é tida como ponto crítico da criminalidade. "Há moradores de rua que dormem na praça, mas o local não é considerado ponto crítico", finalizou Vitor Melo.

Comentários

Comentários