É com preocupação que vejo duas matérias do JC. A primeira, na edição de 26/1: Criação da comissão municipal de direitos humanos. A outra, em 27/1: perturbação do sossego público. Em ambos os assuntos ficou a pergunta: quais as reais preocupações das autoridades com as pessoas de bem? Em relação à Comissão de Direitos Humanos, tenho observado que esse órgão nunca visitou ou se posicionou a favor de uma vítima de assalto, estupro e muito menos à família de um policial vítima de homicídio conforme tem acontecido, mas está sempre nas portas dos presídios preocupada com a integridade física daqueles que ceifaram a vida de alguém ou de alguma forma causaram algum prejuízo à sociedade. A respeito da pertubação do sossego, em nenhum momento da reportagem foram anunciadas medidas que visam diminuir as pertubações. Simplesmente a reclamação pela quantidade de chamadas no 190. Senhor comandante, sei que o que vou dizer é ensinar padre nosso pro vigário, mas que tal medidas punitivas para quem promove essas barulheiras e não somente um bate papo amigável com o morador e talvez até um copo de cerveja e, quando vira as costas, o barulho continua? Nós, pessoas de bem, queremos tão somente que as leis sejam cumpridas. Não estamos pedindo nenhum absurdo.
Walter Ribeiro