De acordo com a imprensa norte-americana, provas encontradas na roupa de uma camareira de hotel tinham ligação com amostras de DNA entregues pelo ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn, que foi acusado de atacá-la sexualmente.
Os resultados do teste foram consistentes com o que autoridades judiciárias disseram sobre a relato fornecido pela funcionária, afirmou o jornal The New York Times, citando uma pessoa informada sobre o assunto.
O Wall Street Journal também relatou que os testes mostraram que a amostra de DNA de Strauss-Khan combina com o sêmen encontrado na blusa da denunciante, citando autoridades judiciárias.
Outros resultados do teste, incluindo com amostras tiradas do carpete da suíte do hotel, estão pendentes, disse o New York Times.
Os dois jornais afirmaram que Benjamin Brafman, advogado de Strauss-Kahn, se recusou a comentar os supostos indícios.
Strauss-Kahn enfrenta acusações de ataque sexual e tentativa de estupro contra a camareira do hotel Sofitel de Nova York no dia 14 de maio. Ele está detido em um apartamento em Manhattan sob escolta armada após ser solto sob fiança.