Concordo com o aumento de vereadores para no máximo 17, que seria o ideal para tirar o poder do "supervoto" de um verador que não tem nenhuma capacidade a mais que os outros para isso, a não ser ocupar a Presidência da Câmara, e ter chegado lá sabe Deus como. E não digo isso pelo atual presidente, mas por todos que o precederam como também pelos que o sucederão. Nesse momento, temos que ficar atentos e gravar muito bem os nomes dos oportunistas de ocasião que agem somente em proveito próprio, ou do partido que repre-sentam, o que dá na mesma. Eles falam em nome de maior representatividade, mas isso é balela, pois querem apenas colocar mais "colegas" para dar nome à ruas e criar datas de homenagens estapafúrdias (uma vez, nessa coluna, já sugeri a criação de uma data em homenagem ao Vereador Sem Noção) e onerar mais o contribuinte bauruense.
Uma sugestão é que todos trabalhem mais pela cidade sem aumentar os custos (em uma empresa privada, quando um funcionário não tem capacidade de cumprir suas obrigações, ele é substituido por outro que a tenha, e não se coloca mais 2 ou 3 para ajudá-lo). Uma minoria dos vereadores faz o papel que lhes cabe, de fiscalizar "de verdade" os atos do Executivo (nisso o vereador Segalla é um exemplo a ser seguido), fazer cumprir leis já existentes, etc.
Isso posto, solicito, como cidadão bauruense, que se acabe logo com essa lenga-lenga de pedir vistas para debate e outras ações prorrogativas, viu, Roque, e outros vereadores que falam em nome da represen-tatividade, pois a população já decidiu, pelas pesquisas feitas pelo JC, que no máximo aceita o número de 17 vereadores. Acho que representação plena não se dá pelo número de representados, mas sim pela capacidade de representá-los bem. Vamos aguardar a decisão, que esperamos seja a favor de Bauru.
Washington Prado Jr.