São Paulo - A polícia de Penápolis (479 km de São Paulo) prendeu três suspeitos de matar a advogada Giovana Mathias Manzano. Segundo a polícia, ela pagou pelo próprio assassinato. Giovana, que era advogada, foi morta no no dia 14 de junho com três tiros na cabeça. Os nomes dos suspeitos presos não foram informados.
De acordo com a polícia, durante o interrogatório dois suspeitos confessaram terem sidos contratados pela advogada para matá-la. Um terceiro suspeito foi preso, mas não ficou comprovada sua participação no crime.
No dia 12 de junho ela pediu a uma testemunha para que fosse apresentada a alguém envolvido com o "mundo do crime" - um "traficante ou homicida", teria dito a advogada. Ao se referir sobre o ex-marido para a testemunha, Giovana teria afirmado que "a vingança é um prato que se come frio".
Ela teria mantido contato com o acusado de assassiná-la, que está em liberdade provisória desde 18 de maio. O suspeito cumpre pena por tráfico de drogas e associação para o tráfico.
Depois, a advogada sacou R$ 100 em um banco e entregou o dinheiro à como pagamento pelo "favor" de apresentá-la ao suspeito.
Um dia depois, segundo a polícia, Giovana passou a manhã em um motel e em seguida sacou R$ 5 mil. À noite, a advogada foi a uma escola preparatória para concursos públicos -segundo testemunhas, ela chorava muito e sofria de depressão.
Ela saiu sozinha da escola às 23h e foi encontrada morta a tiros na madrugada do último dia 14 em uma área rural de Penápolis. O carro da vítima foi encontrado queimado próximo ao local onde o corpo foi encontrado. Segundo moradores da região, os disparos foram realizados por volta das 1h30 da madrugada. O caso foi registrado na DP da cidade.