Paris - Dois terços dos franceses não querem que o ex-diretor-gerente do FMI Dominique Strauss-Kahn dispute a eleição presidencial de abril de 2012, segundo uma pesquisa divulgada ontem, e um número ainda maior acredita que ele não será candidato.
Strauss-Kahn era o favorito para encabeçar a chapa do Partido Socialista e ser eleito presidente, até ser preso em Nova York, em maio, sob a acusação de estuprar uma camareira de hotel. Ele teve de renunciar ao cargo no Fundo Monetário Internacional.
Na semana passada, no entanto, a acusação perdeu força, devido a dúvidas levantadas sobre a credibilidade da acusadora.