O governo do Hamas, da Faixa de Gaza, executou nesta terça-feira um pai e um filho palestinos condenados por espionar para Israel. Foi uma provocação ao presidente Mahmoud Abbas, que pela lei tem a palavra final em implementar tais decisões.
Autoridades do Hamas disseram que os homens confessaram fornecer às forças israelenses informações de inteligência que as ajudaram a rastrear palestinos, incluindo o chefe do grupo Abdel-Aziz al-Rantissi, morto em 2004 em um ataque aéreo ao seu carro.
Grupos de direitos humanos criticam as execuções do Hamas, que são permitidas dentro da lei palestina, mas exigem aprovação de Abbas.