A forma tão clara ou mesmo obscura de que a droga se torna de fato devastadora apenas é evidenciada pelas notícias fatais. Assim aceitamos e nos acostumamos a aguardar tais resultados sempre, como uma notícia surpreendente ou inesperada.
Vejamos: quando o senhor Jesus Cristo referiu-se numa parábola ao protótipo "filho pródigo" de que este já estaria por causa de seu "modus vivendi" - S. Lucas 15.32, Jesus estava, sim, exemplificando os milhares de mortos em vida, de jovens e adultos vitimados pelos diversos tipos de drogas existentes.
O intenso drama familiar, para uma possível libertação, não fora apenas a de Amy Winehouse, mas de muitos familiares, amigos, padres, pastores e de muitos profissionais. Assim eles têm batalhado em prol do bem-estar desses nossos entes queridos.
Ainda assim, em meio a tudo isso, convivemos com tanta apologia ao consumo de algumas drogas por meio de anedotas, músicas, brincadeiras e das conhecidas desculpas, excusas e afirmações clássicas para uma sustentação do vício, como solução para algum aspecto da vida. Tudo isso simplesmente encaminha cada um para uma anunciada tragédia, do morrer já em vida e posteriormente para sempre, separando-se assim de cada um de nós prematuramente e infelizmente.
Carlos Roberto dos Santos